A Geoeconomia verde na agricultura chinesa

Resumo

A crise ambiental global materializa-se no aquecimento global, no colapso da biodiversidade, no aumento da frequência e intensidade de eventos climáticos, na escassez hídrica e na desertificação acelerada em diversas regiões do globo. A capacidade de enfrentamento desse desafio pela China é tema deste artigo, que discute a hipótese da construção de uma Geoeconomia Verde a partir de inovações institucionais que são particulares da formação socioespacial chinesa, cujo princípio político é o desenvolvimento para o coletivo social, diferente das economias desenvolvidas ocidentais nas quais o adjetivo verde legitima processos de acumulação que beneficiam uma determinada classe social ou, até mesmo, como mera estratégia de marketing. Este texto argumenta, com base em revisão bibliográfica e dados secundários e conclui que o desenvolvimento da agricultura chinesa tem ocorrido de forma planejada, com incorporação de tecnologia, ganhos de escala e sustentabilidade, numa combinação orientada pelas inovações institucionais do socialismo com características chinesas.

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Publicado
2026-10-17
Como Citar
SAMPAIO, Fernando dos Santos; ESPÍNDOLA, Carlos José; LAMOSO, Lisandra Pereira. A Geoeconomia verde na agricultura chinesa. , [S.l.], v. 1, n. 29, out. 2026. ISSN 2317-8825. Disponível em: <https://www.revistacontinentes.revistacontinentes.com.br/index.php/continentes/article/view/834>. Acesso em: 20 out. 2026. doi: https://doi.org/10.51308/continentes.v1i29.834.
Seção
Parte I: Desenvolvimento socioespacial chinês