Análise das relações geoeconômicas Brasil-China no período 2019-2024

Resumo

Com um Produto Interno Bruto de aproximadamente US$ 2,1 trilhões em 2024, o Brasil posiciona-se dentre as dez maiores economias do mundo. Nos últimos anos, o país estabeleceu laços comerciais relevantes com a China, que se tornou sua principal parceira em importações e exportações. Este trabalho analisa o avanço das relações geoeconômicas entre Brasil e China no período 2019–2024, que reúne o governo protofascista de Bolsonaro, com forte discurso sinofóbico, e o retorno de Lula da Silva, favorável às relações sul-sul. A abordagem ancora-se na Nova Economia do Projetamento (Jabbour; Dantas; Espíndola; Vellozo, 2020), que interpreta a China como uma Nova Formação Econômico-Social. Do ponto de vista metodológico, trata-se de pesquisa bibliográfica e documental, com base em dados de comércio exterior (COMEXSTAT/MDIC), investimentos diretos (CEBC/Cariello, 2025) e indicadores macroeconômicos (World Bank, 2025). Os resultados revelam crescimento expressivo das trocas bilaterais, mas também assimetria estrutural que coloca o Brasil em posição de maior dependência relativa.


 

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Publicado
2026-10-18
Como Citar
SILVEIRA, Rafael Bernardo. Análise das relações geoeconômicas Brasil-China no período 2019-2024. , [S.l.], v. 1, n. 29, out. 2026. ISSN 2317-8825. Disponível em: <https://www.revistacontinentes.revistacontinentes.com.br/index.php/continentes/article/view/830>. Acesso em: 20 out. 2026. doi: https://doi.org/10.51308/continentes.v1i29.830.
Seção
Parte II: Relações entre China e Brasil